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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Nicolau Saião



Nicolau Saião (Francisco Ludovino Cleto Garção) Monforte do Alentejo (Portalegre) 1949. É poeta, publicista, actor-declamador e artista plástico. Participou em mostras de Arte Postal em países como Espanha, França, Itália, Polónia, Brasil, Canadá, Estados Unidos e Austrália, além de ter exposto individual e colectivamente em lugares como Lisboa, Paris, Porto, Badajoz, Cáceres, Estremoz, Figueira da Foz, Almada, Tiblissi, Sevilha, etc. Em 1992 a Associação Portuguesa de Escritores atribuiu o prémio Revelação/Poesia ao seu livro “Os objectos inquietantes”. 

Autor ainda de “Assembleia geral” (1990), “Passagem de nível”, teatro (1992), “Flauta de Pan” (1998), “Os olhares perdidos” (2001), “O desejo dança na poeira do tempo”, “Escrita e o seu contrário”(2017) e “As vozes ausentes”. Está traduzido em espanhol, francês e inglês. No Brasil foi editada em finais de 2006 uma antologia da sua obra poética e plástica (“Olhares perdidos”) organizada por Floriano Martins para a Ed. Escrituras, bem como a antologia em prosa “As vozes ausentes” (2011), apresentada por Maria Estela Guedes. Em 2008 saiu em Moçambique “O armário de Midas”, tendo-lhe sido proposto para sair “Poemas dos quatro cantos”(antologia). Fez para a “Black Sun Editores” a primeira tradução mundial integral de “Os fungos de Yuggoth” de H.P.Lovecraft (2002), que anotou, prefaciou e ilustrou, o mesmo se dando com o livro de R.Suttana “Bichos” (2005). 

O primeiro foi de novo dado à estampa na paulista Editora Nephelibata. Organizou, coordenou e prefaciou a antologia internacional “Poetas na surrealidade em Estremoz” (2007) e co-organizou/prefaciou ”Na Liberdade – poemas sobre o 25 de Abril”. Participou pela banda de Portugal na Celebração de Unamuno, organizada pela Univ. de Salamanca. Tem colaborado em espaços culturais de vários países: “DiVersos” (Bruxelas/Porto), “Albatroz” (Paris), “Agulha”, “Cronópios”, Jornal “República” (suplementos Literário e Fim-de-Semana) “Jornal de Poesia”, “António Miranda” (Brasil), Mele (Honolulu), “Bicicleta”,“Espacio/Espaço Escrito (Badajoz), revista “Bíblia”, “Saudade”, “La Lupe”(Argentina) “A cidade”, “Petrínea”, “Sibila” (Brasil), “Sílex”, “Colóquio Letras”, “Velocipédica Fundação”, “Decires”(Argentina) “Jornal de Poetas e Trovadores”, “A Xanela” (Betanzos),” suplemento cultural Vento Norte (Açores), “Laboratório de poéticas”(Brasil). 

“Botella del Náufrago”(Chile)... Prefaciou os livros “Fora de portas” de Carlos Garcia de Castro, “Mansões abandonadas” de José do Carmo Francisco (Editorial Escrituras),”O pirata Zig-Zag” de Manuel Almeida e Sousa, “Estravagários” de Nuno Rebocho e “Chão de Papel” de Maria Estela Guedes (Apenas Livros Editora). Nos anos 90 orientou e dirigiu o suplemento literário “Miradouro”, saído no “Notícias de Elvas”. Co-coordenou “Fanal”, suplemento cultural publicado mensalmente no semanário alentejano ”O Distrito de Portalegre”, de Março de 2000 a Julho de 2003. Foi chefe de redacção do semanário “A Rabeca”, nela tendo organizado suplementos culturais. 

Organizou com Mário Cesariny (que conheceu em 1978 e com quem efectivou várias actividades) e C. Martins, a exposição “O Fantástico e o Maravilhoso” (1984) e, com João Garção, a mostra de mail art “O futebol” (1995). É membro do Conselho Editorial da revista “Fénix”, dirigida por Carmo Vasconcelos e Henrique Lacerda Ramalho. Colaborador, com directório próprio, da revista TriploV de Maria Estela Guedes. Concebeu, realizou e apresentou o programa radiofónico “Mapa de Viagens”, na Rádio Portalegre (36 emissões) e está representado em antologias de poesia e pintura. O cantor espanhol Miguel Naharro incluiu-o no álbum “Canciones lusitanas”. Participou, pela banda de Portugal, na Bienal Internacional de Fortaleza (Estado do Ceará) em 2008, tendo tido diversas intervenções qualificadas referentes ao tema nuclear do evento, “A aventura cultural da mestiçagem”. Até se aposentar em 2005, foi durante 14 anos o responsável pelo Centro de Estudos José Régio, na dependência do município de Portalegre. Em 1992 o município da sua terra natal atribuiu-lhe o galardão de Cidadão Honorário e, em 2001, a cidade de Portalegre comemorou os seus 30 anos de actividade cívica e cultural outorgando-lhe a medalha de prata de Mérito Municipal. 

Reside em Atalaião, agregado populacional a nordeste da capital portalegrense.

FONTES: o próprio autor

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