Bruno Porta Nova, ou seja eu, não é dinâmico, nem empreendedor, muito menos perfeccionista. Bruno Porta Nova é um ser humano que encetou numa demanda pela questão da vida, tentando espelhá-la nesse imperativo artístico que é a poesia, pois a substância da arte é o cerne humano. Nada poderá germinar da cabeça e, consequentemente, dos dedos, sem a peripécia de se ser humano.
FONTES: o próprio autor



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